sábado, 11 de novembro de 2017

‘Bituca – Milton Nascimento para Crianças’

Musical infantil se inspira na trajetória do músico para expor temas importantes e delicados como respeito às diferenças raciais e sociais, adoção e o papel da família e da amizade na formação dos indivíduos. O espetáculo integra o premiado projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’, que já levou à cena as peças ‘Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para crianças’ e ‘O Menino das Marchinhas – Braguinha para crianças’.
 
Depois de duas bem-sucedidas temporadas na Zona Sul, com sessões lotadas e elogios de público e crítica, o musical infantil Bituca – Milton Nascimento para Crianças chega à Zona Norte, para apresentações no Imperator – Centro Cultural João Nogueira de 04 a 20 de novembro. A peça integra o premiado projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’, idealizado pela Entre Entretenimento com o objetivo de homenagear e preservar a memória de grandes nomes da música popular brasileira. Com texto de Pedro Henrique Lopes, direção de Diego Morais e direção musical de Guilherme Borges, o musical infantil é inspirado na vida e na obra de Milton Nascimento e expõe em cena a ternura e os desafios inerentes ao processo de adoção e as dificuldades de inserção de uma criança negra em um ambiente majoritariamente branco. Esta é a terceira montagem do projeto, que já levou à cena os elogiados espetáculos ‘Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças’ e ‘O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças, vencedores de quatro prêmios CBTIJ. O patrocínio é da Cia. Caminho Aéreo Pão de Açúcar.

Em cena, Udylê Procópio (Milton), Martina Blink (Mãe), Aline Carrocino (Maricota), Anna Paula Black (Mãe Maria), Marina Mota (Professora) e Pedro Henrique Lopes (Salomão) contam a história do pequeno Milton que, ao ficar órfão aos 2 anos de idade, é adotado pelos patrões de sua avó. Chegando a Minas Gerais, o menino precisa lidar com o preconceito da sociedade por seu negro e ter pais brancos. “O musical é um tributo ao Milton Nascimento, então nos inspiramos em passagens da vida dele, mas também criamos momentos ficcionais para debater temas como adoção, bullying e preconceito racial de maneira lúdica”, explica o diretor Diego Morais. “Também fazemos uma grande homenagem à maternidade e à ampliação dos modelos de família”.

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