domingo, 30 de julho de 2017

Apresentação de Sambas concorrentes carnaval 2018

É hoje!!! Quem vai ficar fora dessa?
Grande escolha de samba para o carnaval de 2018 da Escola de Samba Mirim Infantes do Lins - A Princesinha do Lins.
O Evento será na quadra da Escola que fica na Rua Lins de Vasconcelos, 623 - Lins - RJ no dia 30 de Julho a partir das 18 horas. Serão apresentados 4 sambas concorrentes e contaremos com a participação de todos os seguimentos da Escola. Informação: Jorge Torresmo

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Um Griot em verde e rosa conta a sua história: João Banana


Um Griot em verde e rosa conta a sua história: João BananaInfantes do Lins - 2018

Introdução

 A tradição africana diz que as palavras não somente dizem, mas realizam coisas. São agentes ativos da magia. São as palavras que dão sentido ao que fomos, somos e seremos. A cadência de cada palavra encadeia um ciclo de ações e reações que fazem o mundo acontecer. São agentes de memória e tradição. Os mais velhos são detentores do saber ancestral. São testemunhas do passado, autores do presente e mensageiros do futuro. São responsáveis pela guarda e preservação dos valores fundamentais da nossa memória. Pense só: o que seria de nós se não fossem os mais velhos? E é justamente por isso que estamos aqui. Homenagearemos nossa própria raiz, numa história que remonta as histórias do nosso bairro, com um personagem de tamanha importância para nós, que transborda a fala. Queremos que o mundo todo veja e conheça o nosso João Banana. Então a palavra é sua, mestre! *** Vou contar para vocês a história do João, o menino que não tinha nada de banana... Dizem que lá na África para se contar uma história é preciso estar debaixo de uma árvore chamada Baobá. Não é à toa. A árvore finca suas raízes no seu lugar e, elevando seus troncos ao céu, conecta-se com o divino. Nossa história, como estamos no Rio de Janeiro, será contada debaixo de uma palmeira. Daqui a pouco você vai entender. *** Você deve estar se perguntando: o que tem a ver a África com o que vamos contar? Nossa história se passa na Serra dos Pretos Forros, região ocupada por negros escravizados que conseguiam a alforria e que depois foi ocupada também por outras famílias. Uma delas foi a de João, descendente de outros pretos forros. *** Canela preta, esporão de galo! E lá vai o moleque correndo, dando mais trabalho para dona Lídia. João era do tipo incansável. Percorria o Morro da Cachoeira atrás de novas brincadeiras na Pedra do Xangô e para caçar pitu que ficava no lago da cachoeira. Naquela época, vejam só, as pessoas ainda podiam tomar banho de cachoeira e muita gente de fora pegava bonde 75, que fazia a linha Lins x Praça XV, para se refrescar e ainda comer frutas tiradas do pé, ali mesmo. Até pintores apareciam para registrar a paisagem todos os domingos. Como não conseguia parar quieto, ia para as aulas no Colégio Isabel Mendes e ajudava seu Raimundo, seu pai, na Padaria Aliança. E quando dava, ainda pegava umas sessões de matinê no Cine Real. Era apenas uma criança sendo criança. João tinha um problema, se é que poderíamos chamar de problema: não gostava de brigar. E estava certo. Viver em paz é a melhor coisa. Mesmo que aprontasse como qualquer garoto, prezava a liberdade de poder andar por onde quisesse. Mas daí que veio o apelido: deixa ele, não passa de um banana! Como vocês verão no que contaremos a seguir, de banana o João não tinha nada! *** As grandes paixões das nossas vidas surgem num primeiro olhar, aquele brilho que acende nosso espírito, aquela emoção que nos faz transbordar. Essa alegria que nos acomete em qualquer idade ou circunstância. Essas paixões têm nome: samba e o time do Botafogo. O samba, você vai entender em seguida. O Botafogo é uma paixão inexplicável. De verdade. Numa dessas aventuras procurando com o que se divertir, João acaba parando na casa do seu Antero. Não que já não gostasse de música, de alegria, da farra, como costumamos dizer. Mas parece que foi atraído. Ali o pequeno se encontrou. E sabe a paixão que falamos agorinha? Ela se chamava Filhos do Deserto. - João, você ainda vai fazer 10 anos. Não pode desfilar. Por mais que frequentasse os ensaios da Escola de Samba, realmente não poderia participar. Você acha que o moleque se satisfez? Claro que não. Mas uma coisa ele tinha que fazer: esperar. E ele esperou. Três anos mais tarde, logo arrumou uma função: - Já sei, serei carregador de gambiarra. Quem está acostumado com o carnaval de hoje em dia não consegue fazer ideia do que seja isso. Antigamente as escolas desfilavam cercadas por uma corda e nas pontas, algumas pessoas seguravam copos com velas acesas, as gambiarras, que iluminavam o percurso do desfile, já que a iluminação pública era mais precária. E foi exatamente assim que João teve a sua primeira conquista no mundo das Escolas de Samba. Mas ele queria mais, queria ser compositor. - João, você é muito novo. Na Filhos do Deserto não podemos ter alguém da sua idade. E você acha que o moleque se satisfez? Claro que não. Na primeira oportunidade, foi para a Escola Vizinha, a Flor do Lins. E lá conseguiu realizar o que tanto queria: quatro anos mais tarde teve o primeiro samba de quadra cantado na escola, “Os tambores”, quando não tinha sequer completado 17 anos.

***

O tempo passou e João já não era mais um menino. Aquela paixão de criança criou raiz e se tornou uma árvore frondosa, uma palmeira imperial. João não era somente de um lugar, mas do samba.

Lembra que falamos sobre contar a história debaixo de uma palmeira? Vamos chegar nela. Superando o preconceito que sofria por ser sambista, suas conquistas foram tomando corpo e cada vez mais importância. O famoso Lamartine Babo rendeu-se ao seu talento e escolheu seu samba numa premiação, uma espécie da Estandarte de Ouro, como o melhor do carnaval de 1961 com o enredo “Santos Dumont – Dos Céus nos destes uma Glória” na Filhos do Deserto. Foi resultado de muito trabalho e dedicação. Coisa de quem não desiste, não descansa. E por falar em descanso, era a última coisa que João fazia. Não somente pela arte que fazia, João lutava pelo futuro da sua agremiação. Chegou uma época que estava insustentável duas escolas tão próximas, a Filhos do Deserto e a Flor do Lins estarem competindo separadas. - Já que separadas não conquistamos nenhum título, o melhor é juntar a força das duas. E foi por isso que batalhou. Como toda mudança, algumas pessoas aceitaram, outras nem tanto e tantas outras discordaram. Mas João sabia que era o melhor destino a cumprir. E assim foi feito. Estava sentado na companhia de Tinoco, quando o amigo profetizou: - vamos fundar uma escola do Lins que será tão majestosa quanto a Palmeira Imperial que está no topo do morro. Nesse meio tempo, outra paixão surgiu num primeiro olhar, aquele brilho acendeu o espírito e aquela emoção que o fez transbordar. E dessa vez estamos falando de uma pessoa: Regina Celia.

***

 E você acha que o jovem se satisfez? Claro que não. O João compositor da Flor do Lins e da Filhos do deserto agora era o compositor da Lins Imperial, escola que deu a ele tantas alegrias.

***

O tempo passou e ao longo da sua trajetória, viu a escola que ajudou a fundar ser campeã quatro vezes e sentiu o imenso prazer de ouvir o seu samba ecoar pelo sambódromo em uma bela e especial homenagem a Chico Mendes, o Arauto da Natureza. Compôs outras belas obras para falar sobre a Imperatriz das Rosas, a guerra do Reino do Divino, um lugar chamado Favela, sobre a Fé, entre tantos outros. E ainda conquistou o prêmio de melhor samba de quadra promovido pela extinta Associação das Escolas de Samba do Rio de Janeiro com a canção “O morro está chorando”. E você acha que o coroa se satisfez? Claro que não. Até presidente da Lins Imperial ele foi.

***

Contamos uma história de amor, luta e persistência. A história do botafoguense João Oliveira da Silva, que de banana não tinha era nada. Informações complementares: - João Banana nasceu no engenho da Rainha em 19/06/1936; - Seu pai, Raimundo, trabalhava na Padaria Aliança, no Lins, e por conta disso mudou-se para o Morro da Cachoeira quando tinha 3 anos; - João Banana foi casado com Regina Celia por 54 anos; - João Banana teve seu samba cantado pela Lins Imperial em 14 carnavais; - Chico Mendes, o Arauto da Natureza é reconhecido como o melhor carnaval da Lins Imperial, mesmo tendo sido rebaixada. Justamente por isso, esse samba foi escolhido para representar todas as demais composições; - João Banana foi amigo e teve seu talento reconhecido por Silas de Oliveira, um dos melhores compositores de todos os tempos.

Pesquisa e Texto histórico : Rafael Homem

Segundo tradições Africanas
Um velho mestre vamos exaltar
Personagem fascinante
Poeta da cultura popular 
Abre a roda meninada
Que a história vai começar
Vamos juntos nesse sonho
Ouvir, sorri cantar
Vem da  serra dos pretos forros  
a saga de um menino que nasceu para brilhar
um moleque impaciente que corre  prá lá e pra cá
Toma banho na cachoeira, caça pitu, só quer brincar
Era muito levado, mas não gostava de brigar
E Assim ficou conhecido como “João Banana “
Pelos moradores do lugar. 
Mas depois da brincadeira
Ele ia trabalhar
E na padaria Aliança o seu pai ia ajudar 
A noite, a diversão era sambar
Mas João era menor e não podia participar
foi  na filhos do deserto que uma chance apareceu
carregando a gambiarra ele já podia desfilar 
Alguns anos mais tarde
Na  Flor do  Lins ele ingressou
E  o menino sonhador,  virou compositor 
Um dia, porém,  no alto do morro Uma decisão balançou seu coração
Nasceu a Lins Imperial, a sua maior paixão
E lá, por muitos anos ele bailou
Contando  em versos, tão marcantes     
Mil historias fascinantes ,
De uma beleza  sem par  
E hoje testemunho do passado
autor do presente , mensageiro do futuro
rega com  tempero de raiz;
todas as crianças da nossa querida infantes do Lins.
O Grupo Portelamor agradece ao Sr. Ronaldo  Abraão e ao Sr. Jorge Torresmo da diretoria da Infantes do Lins.

“Campina Grande, o maior São João do Mundo”


G.R.C.E.S.M. Mangueira do Amanhã
“Campina Grande, o maior São João do Mundo”
“Oxênti”, na locomotiva forrozeira a Mangueira do Amanhã vai embarcar com destino a minha Paraíba. Logo ali entre a capital e o sertão no agreste está a “Rainha da Borborema” a Campina Grande… Sagrado torrão. Terra do trabalho da mão forte e do suor, do cordel de Manoel Monteiro sua literatura majestosa e a xilogravura sem igual.
O sol que “alumia” o dia no arraial São Luiz Gonzaga no sitio São João, o sertanejo caipira a quadrilha sendo formada vai chegando gente que não cabe mais. Vai ter casamento na roça. Santo Antônio faz a alegria das moças que querem casar!!!
Na Vila da Rainha a festa está armada no coreto os forrozeiros afinam o tarol a sanfona e o pandeiro. Aqui vai ter muito baião!!! Para gurizada arretada não se zangar, tem brincadeiras até o dia clarear… burreatas para começar, corrida de boi e de jegue, de saco, tem pau de sebo, pescaria e não adianta reclamar, nas barracas tem doce de não acabar. Tem arte no barro, tem jarro e tem cangaceiro, o couro dá o calçado para o moço se arrastar e a chita dá vestido bonito para moça usar.
A noite chega… E a lua cheia de brilho… E o céu se enfeita de estrelas para o dia de São João, balões coloridos e a brisa a cair são as bênçãos de São Pedro a chegar. Acende a fogueira que aquece o coração pula a fogueira para o pedido alcançar!!! A quadrilha marca a festa como manda a tradição, no terreiro as luzes acesas anunciam a multidão, bandeirinhas em cores mil para enfeitar e alegrar o coração. E de lascar o arretado forrozeiro, que arrasta o pé o tempo inteiro.
O São João vamos festejar…
É carnaval, é hora do forró sambar…
Minha gente não se espante com a nossa criançada…
Nosso morro também tem forró, zabumbada e sanfonada.
Hoje o encontro e infinito de beleza.
A Mangueira do Amanhã vai homenagear o maior São João do mundo e sua grandeza.


P.S: … São João Abençoai está vossa casa e fazei que aqui floresçam todas as virtudes que praticastes em vida… Amém!
Criação/Desenvolvimento: Bruno Faria /Soca Silva
Presidente: Soca Silva
Diretor Carnaval: Ricardo Henrique Dias
Carnavalesco: Bruno Faria

Fonte.: Carnavalesco

Se segura que eles já tem enredo!


GRCESM. Nova geração do EstácioCarnaval 2018Enredo: Zeca da cuíca, sublimes lembranças de um mestre em acordes no compasso da emoção, a nova geração e seu palco na passarela de ilusões.Carnavalesco: Oziene Furttado
Proposta do enredo:  Prestar uma homenagem a esse ilustre músico nascido em Macuco interior do Rio de Janeiro, mas criado no morro de São Carlos onde desde de criança já demonstrava habilidade com seu instrumento que desde então o consagrou, e o colocou no patamar de grande estrela da musica popular Brasileira.
Breve histórico:
Uma história de amor a música, ao samba música que até hoje o acompanha e revigora, combustível  essencial para sua existência.
Um dom, uma arte,….arte cantada, versada sob um som inconfundível de sua cuíca em uma forma única de se apresentar.
Desde cedo esse ilustre morado do São Carlos,  já mostrava intimidade com a musica. Nascido no interior na cidade de Macuco mas criado na capital do Rio mas precisamente na comunidade do morro de São Carlos, no Estácio.  José de oliveira ou, (Zeca da cuíca), como é artisticamente conhecido fez da sua cuíca seu objeto de paixão, de cada som fluía em seu sangue o dom unicamente agraciado a ele e com isso uma maneira única de extrair sons que encantava os ouvidos mais apurados.
Sua forma irreverente de se apresentar o diferenciava dos demais, Zeca fundia seu som com os demais instrumentos que no meio de todos só ouvia  o som de sua cuíca ,companheira inseparável podendo assim executar uma harmonia única, destacando-se dos demais.
Vindo de Macuco , desembarcando no bairro do Estácio reduto do samba que o acolhe . Incentivado pelo seu Nestor que lhe dá o instrumento e também este apelido que alias lhe deixava  irado, mas que logo o faria conhecido no meio sambistico, Zeca é levado a bateria do salgueiro sua escola de gratidão, onde se destaca pela sua forma diferenciada de tocar.
Como morador do Estácio, berço do samba, viu sua escola de coração crescer. Da fusão surge a unidos de São Carlos que se torna sua paixão.
No samba Zeca começa a escrever sua história na música popular brasileira. Uma vida inteira dedicada a cultura e a música , devoção com que preserva suas raízes imutavelmente fincadas na sua comunidade e lhe  conferem tamanha distinção. Juntos com amigos funda o grupo os modernos do samba logo  conhecido grupo  originais do samba do nosso saudoso Mussum amigo que Zeca passava longas noites em animados bate papo entre goles e tragadas. Dessas parcerias  compõem a musica quando morrer me enterre na lapinha juntamente com, Elis Regina, grande sucesso e que o torna conhecido juntamente com o grupo.
Foram muitos os shows e festivais dentre eles o da Record de musica juntamente com, Paulo Cesar pinheiro e batem Power, a bienal do samba sendo vencedores com o grupo onde, Zeca ganhava destaque com sua forma única de tocar.
Logo é chamado para acompanhar grandes artistas como, Martinho da vila no qual o acompanhou por mais de 15 anos, Badem Power, Oscar de castro neves, Zimbo trio, João Bosco, Luiz melodia, Dominguinhos do Estácio, Elza soares, Clementina de Jesus, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethania,  Zeca pagodinho, Jorge Aragão, Almir Guineto, Alcione, café, Paulinho da viola, Wagner Tiso, Elis Regina, Herivelton Martins, Jamelão, seu grande amigo Cauby Peixoto, Mariza monte, Orquestra sinfônica de Curitiba, Hermeto pascoal dentre outros e os grandes mestres candeia, Cartola, Ismael silva, uma constelação de astros e estrelas em que Zeca pode conviver e vivenciar um dos melhores períodos da MPB.
Foram inúmeras as viagens pelo Brasil e exterior onde o nosso homenageado pode mostrar toda sua arte e talento conquistando fama e admiração, mas nunca abdicando de suas origens.
No carnaval foram inúmeros os prêmios, sendo o mais importante o estandarte de ouro de 1982 como destaque masculino dentre outros.
Diplomas , medalhas honra ao méritos por serviços prestados a cultura brasileira.
Casado, pai de quatro filhos, quatorze netos e três bisnetos Zeca da cuíca hoje aposentado da comlurb onde foi garoto propaganda, teve uma infância simples com seus amigos como Joel xangô, Zacarias,  Djalma das Mercês, Titico boca mole, dentre outros e acostumado a ver os revés da vida em sua comunidade, lugar onde mora até hoje com seus familiares a maioria componentes da  Estácio de Sá.
Enxergando com os olhos do coração,  Zeca da cuíca leva  a vida de uma forma alegre e extrovertida. Nos auge dos seus 80 anos, ainda toca seu instrumento com toda maestria nas rodas de sambas da vida juntamente com seus grandes amigos,  muito respeitado pela sua história  de vida.  Boêmio, sambista, artista, ser humano, iluminado com o dom de tocar  hoje é homenageado pelo GRESM, Nova geração do Estácio, que o saúda e presta essa homenagem ao grande artista de múltiplos talentos , um grande exemplo de vitalidade e determinação  e que hoje  templo do samba o recebera com honras e méritos fazendo jus ao grande mestre que és!!! Parabéns Zeca da cuíca, receba nossos carinhos e o calor dos aplausos da passarela do samba...você merece isso e muito mais!!Venha Zeca!! A nova geração é o seu palco!!

Oziene Furttado – Carnavalesco

 Divisão do enredo:
2 partes

 Primeiro setor: na infância o dom nato para a música. De Macuco para o berço do samba. O artista e seu instrumento. Simbiose perfeita para o sucesso.

Neste setor abordaremos a chegada de Zeca a cidade do Rio de Janeiro, no berço do samba onde tem o seu primeiro contato com o samba.

Segundo setor: do Rio de Janeiro para o mundo. Uma vida de sucesso, boêmia, arte versada ao som da cuíca. A consagração.

Neste setor será mostrado a trajetória do artista nos viés da MPB onde Zeca tem o seu talento reconhecido por renomados artistas que o convida para fazer parte do seu cash artístico elevando cada vez mais seu talento e o consagrando através de sua forma diferenciada. O respeito e o reconhecimento público de seu talento. A homenagem do povo do samba  a esse grande homem e sua arte.
Obs.:  Data  da entrega da letra  do samba:  25/08/17 (sexta feira)Rua: Frei Caneca s/nºAtual predinhosHorário da entrega das: 20:00 as  22:00 hrs10 cópias da letra Entregar ao Joel e ao Jorge 

                                    "Boa sorte a todos"

O Grupo Portelamor agradece ao Sr. Joel Toledo toda a atenção dispensada.

sábado, 15 de julho de 2017

Ação de férias radical para os pequenos no Madureira Shopping

O Madureira Shopping preparou uma ação de férias radical. Entre os dias 15 de junho e 30 de julho, a garotada vai se divertir na arena de Hoverboard, skate elétrico que interpreta os comandos de seu usuário conforme a inclinação do corpo através de um conjunto de sensores. O espaço de 300m² está montado na Praça de Eventos, no 1º piso do empreendimento. Além da criançada, os adultos mais corajosos também podem testar a suas habilidades no brinquedo.
Para brincar, é preciso ter no mínimo 5 anos de idade e pesar entre 20kg e 100kg. A pista comporta até 15 pessoas simultaneamente e os participantes contarão com um circuito plano, mas com alguns obstáculos simples. Para a segurança de todos, é obrigatório a utilização de capacetes, joelheiras, cotoveleiras e protetores de punho. Ingressos a partir de R$15 com uma tabela de tempo pré-estabelecida. Contratando a partir de 30 minutos o cliente concorre a um hoverboard, o sorteio acontecerá no final do evento. Quem levar seu skate também poderá utilizar a pista, com ingressos a partir de R$10. Os clientes sócio-torcedores da Portela terão 10 minutos adicionais, gratuitos, na arena.
Classificação – a partir de 5 anos de idade/peso entre 20kg e 100kg
Madureira Shopping
Estrada do Portela, 222 – Madureira
Tel.: 2488-1342
De segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 15h às 21h
A partir de R$15,00 – alugando o hovrboard/R$10,00 – levando o próprio hoverboard (a partir de 30min concorra a sorteio de hoverboard)
De 15 de junho a 30 de julho

Fonte: www.roteirinhocarioca.com.br

Colônia de Férias – AMJ (Leblon)

A AMJ está promovendo uma colônia de férias no Clube Federal, no Leblon, com as mais diferentes atividades. A proposta da colônia, que acontece entre os dias 17 e 28 de julho, é deixar as crianças em contato com a natureza o maior tempo possível, com atividades ao ar livre e oficinas.
De culinária a futebol: colônia de férias no Leblon diversifica atividades para atrair pequenos com diferentes interesses.

De oficina de reciclagem, passando por dança, culinária, atividades aquáticas e até futebol. A proposta da colônia de férias da AMJ Esportes e Entretenimento, que acontece entre os dias 17 e 28 de julho, é mais do que lazer. A ideia é deixar as crianças em contato com a natureza o maior tempo possível e priorizar atividades em grupo estimulando o crescimento pessoal de cada uma.
Voltada para crianças e adolescentes de 4 a 14 anos, a colônia acontecerá no Clube Federal, no Alto Leblon, e será dividida em turmas por faixa etária. Os pais podem escolher entre a matrícula por semana ou por dia, além de optarem entre três turnos: manhã, tarde ou período integral.
E a brincadeira fica mais legal ainda para os pequenos que curtem futebol: os alunos que se matricularem em pelo menos uma semana integral da colônia, ganham um mês gratuito em qualquer unidade da Inter Academy Carioca, escola oficial da Inter de Milão no Rio de Janeiro, conforme disponibilidade das turmas, sendo necessário apenas que adquirir o kit da Inter.
Colônia de Férias – Julho de 2017
1ª semana – 17 a 21
2ª semana – 24 a 28
Horários:
Manhã – 8h às 12h
Tarde – 13h às 17h
Integral – 8h às 17h
Clube Federal
Rua Timóteo da Costa, 988 – Leblon
Inscrições na secretaria do Clube
Mais informações: 2294-6093/96913-2604

Fonte: www.roteirinhocarioca.com.br

domingo, 9 de julho de 2017

MAKURU – um musical de ninar

Texto e Direção: Josa Original e Arranjos: Tim Rescala
Elenco: Ester Elias, Janaína Azevedo, José Mauro Brant e Lilian Valeska (atriz convidada)Músicos: Sofia Ceccato (flauta), Débora Cheyne (viola), Cássia Menezes (violoncelo) e Tibor Fittel (acordeon)

Um mergulho no universo das cantigas de ninar, misturando as tradicionais e as inventadas, reunidas em um sofisticado musical infantil. No palco, quatro atores cantores conduzem o espetáculo e evocam imagens poéticas, numa sutil dramaturgia feita de canções. Completam o elenco um conjunto de quatro músicos: viola, violoncelo, flauta e acordeom. O ponto de partida gira em torno de um pequeno núcleo familiar: pai, mãe, avó e babá. Às voltas com o desafio de adormecer uma criança, o menino Makuru, a família não sabe que em cima do telhado vivem seres estranhos. A peça versa sobre a importância da memória na construção da nossa identidade, renovando as tradicionais cantigas de ninar e resgatando o valor do afeto nas relações familiares.é Mauro BrantDireção Musical, Músic

De 24 de junho a 27 de agosto
Sábado e domingo, 16h | Nível 7
Entrada: R$ 20,00 | Classificação etária: livre

Fonte: www.oifuturo.org.br

terça-feira, 4 de julho de 2017

4° Colônia de Férias Artística – Gigart

O diferencial da GigArt é oferecer serviços artísticos que estimulem o potencial criativo da criança de forma lúdica, ao proporcionar momentos de diversão e arte.Oferecemos uma solução aos pais e/ou responsáveis que continuam trabalhando durante o período de férias escolares e não têm com quem deixar seus filhos. A GigArt possui uma equipe de profissionais das artes cênicas, musicistas, recreadores e arte- educadores. O local conta com uma vasta área verde e uma fazendinha com diversos bichinhos e salas climatizadas.
 
Idade: 03 a 10 anos
Período: 17-07 a 28-07
Integral e meio período
Local: Botafogo (dentro da faculdade santa Úrsula)
Integral:
2 semanas: R$1.050,00 (Incluso almoço e dois lanches)
1 semana: R$580,00
Meio período:
2 semanas: R$650,00
1 semana: R$380,00
 
Gigart Eventos
Rua Paissandu, 168 – Flamengo
Tel.: 98396-5614
 
Fonte: www.roteirinhocarioca.com.br