sábado, 2 de setembro de 2017

Chapeuzinho Vermelho e Lobonzinho Teatro Vannucci


Com roteiro adaptado de um dos maiores clássicos o espetáculo traz uma releitura contemporânea que despertará interesse das crianças pela abordagem de temas relacionados a preservação do meio ambiente, respeito ao próximo, aos animais, noções de cidadania e tecnologia, de uma forma lúdica e bem humorada.

“Trazer um lobo bonzinho e comprometido com o meio ambiente, só reforça a importância de ações e atitudes positivas para as crianças. Não poderíamos deixar passar a oportunidade de mudar a trajetória do lobo mau, tão fundamental nos dias de hoje, trazendo mensagens de bom comportamento, cidadania, preservação e conservação do meio ambiente”,  diz Ana Ferguson e Solange Bighetti.

Toda a caracterização dos personagens foi idealizada de forma contemporânea com o intuito de aproximar o pequeno expectador para o seu universo. Como exemplos, temos uma vovó moderna, divertida e vaidosa, que usa brincos, batom e pantuflas engraçadas. Temos um lobo bom, mas nada bobo, num estilo bem carioca e vestindo roupa de material reciclado. A antiga criancinha, tornou-se uma Chapeuzinho Vermelho adolescente, com look espelhado em sua geração.

Já a mamãe, é um retrato das mães atuais, que são filhas, mães e trabalham. O figurino para isso é bem prático e leve, para dar conta da rotina corrida. O guarda florestal vem com estilo rústico e despojado. Ele usa roupa camuflada, coturno e botons de fundo de lata de refrigerantes, outro item reciclado.

O cenário totalmente harmonizado com o figurino traz materiais recicláveis e tem referências do mundo infantil, e ainda, imagens simbólicas, projeções abstratas e luz, que a partir da imaginação, se farão sentidas e reconhecíveis.

A produção da peça traz em sua equipe técnica um grande diferencial, tendo na Direção Geral Luiz Marcelo Legey, Direção de Produção e Roteiro Ana Ferguson e Solange Bighetti, Direção Artística William Vita, Direção de Arte Valéria Caldas e Assessoria de Imprensa de Eliana Brito e Tania Figueira, profissionais com grandes realizações no mercado da música, artes cênicas e audiovisual.

“A produção tem trabalhado para trazer uma peça rica em detalhes, tanto em cenário, quanto em figurino e trilha sonora, com profissionais comprometidos e éticos”, define Ana Ferguson e Solange Bighetti, Diretoras de Produção.

Mais informações:
De 02 de setembro a 01 de outubro
Sábado, domingo e feriado às 18h30m
Ingressos: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia)

Fonte: wwwriocomcriancas.com.br


segunda-feira, 21 de agosto de 2017

A Bela e a Fera Teatro Riachuelo Rio

O musical A Bela e a Fera volta ao Rio após a temporada de sucesso no Teatro das Artes, no Shopping da Gávea e no Centro Cultural João Nogueira (Imperator). A montagem é inspirada no conto francês La Belle et la Bêt (1750) e tem direção de Allan Ragazzy.


Na narrativa, um príncipe egoísta é amaldiçoado por uma feiticeira que o transforma em uma fera horrível. O encanto só poderá ser desfeito se ele encontrar o amor verdadeiro. Eis que, em um dia, Maurice, morador de um vilarejo distante que estava fugindo de lobos famintos, decide abrigar-se no castelo ao encontrar a porta aberta. Recebido com grande entusiasmo por objetos encantados que andam e falam, ele se sente acolhido e protegido. No entanto, é surpreendido pela pavorosa Fera, que o faz prisioneiro por ter invadido seu castelo.

Bela, filha de Maurice, fica sabendo do corrido e vai até o castelo se oferecer para ficar presa para sempre no lugar de seu pai. A Feraaceita prontamente a troca e liberta Maurice, que retorna desamparado para casa. Mas, para surpresa de Bela, a Fera não a torna prisioneira e a trata como uma princesa, oferecendo um quarto e um convite para jantar. O que antes parecia ser o fim de uma camponesa se revela uma amizade comovente, apaixonante e transformadora, a ponto de quebrar o feitiço e trazer de volta um príncipe generoso e amável.

Mais informações:
De 02 a 17 de setembro
Sábados e domingos às 11h
Ingressos:
  • Plateia: R$40,00 (Inteira)/ R$20,00 (Meia);
  • Balcão: R$20,00 (Inteira)/ R$10,00 (Meia).
Ingressos à venda na bilheteria ou no site
Compre por R$19,00 pelo Clubinho de Ofertas.
Local: Teatro Riachuelo Rio – Rua do Passeio 38/40 Centro

Fonte: www.riocomcriancas.com.br

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Jovem especial abrirá disputa de sambas da Portela

Por Marcos Lodi




Mário Henrique, de 15 anos, foi convidado a compor o samba da escola mirim Filhos da Águia.

Mário Henrique Fagundes Pinheiro de Mattos, de apenas 15 anos, será mais um jovem compositor a realizar sonhos que somente o carnaval proporciona. Portador de uma deficiência mental, diagnosticada na infância, o rapaz, torcedor da azul e branco de Madureira e que há três anos toca tamborim na escola mirim Filhos da Águia, sonhava em escrever um samba entre os grandes compositores portelenses.

E este momento tem data para acontecer: no dia 20 de agosto, próximo domingo, Mário Henrique ouvirá na quadra a obra de sua autoria, abrindo as eliminatórias do concurso que escolherá o samba enredo para 2018. O samba não entrará na disputa, mas a ala de compositores concedeu espaço para que o jovem abra, em grande estilo, as apresentações da primeira chave. Ao todo, duas chaves se apresentarão nesta primeira etapa do concurso.

A mãe Rosinea Fagundes, não esconde o orgulho pelo filho. “É uma verdadeira conquista. Ele leu a sinopse na internet, escreveu o samba, e, no dia da inscrição, entregou uma letra e um CD. Fiquei orgulhosa e contente. Sinceramente não esperava essa repercussão tão grande. O carinho da escola, compositores, intérpretes. Guardarei este momento pelo resto da vida”, afirma a mãe, visivelmente emocionada.

Para que a apresentação seja ainda mais especial, o primeiro time de intérpretes da Filhos da Águia, defenderá o samba. Segundo o presidente da agremiação mirim, Celsinho Andrade, muitas surpresas acontecerão a partir do domingo. “Nossa escola é o embrião da vitoriosa ala da compositores da Portela. São os poetas do futuro que começam aqui. Além de toda a homenagem, o samba do Henrique me surpreendeu com passagens interessantes. Tem muito talento e como nosso samba para 2018 será composto pelas nossos pequenos componentes, o Mário Henrique vai participar deste processo”, ressalta Celsinho.

Presidente do Conselho Deliberativo e integrante da Comissão de Carnaval da Portela, o pesquisador Fábio Pavão ressalta, no caso de Mário Henrique, o amor pelo samba e o papel social de uma agremiação: “O fato de um jovem de 15 anos trazer o seu samba nos deixa animados e muito felizes por saber que, mesmo com tantas transformações musicais, o samba enredo ainda é capaz de despertar estas paixões. O fato de ser portador de necessidade especial também apresenta o aspecto da inclusão, que é uma obrigação das escolas de samba como instrumento social. Muito nos alegra receber o Henrique”, complementa o diretor.

CLIQUE PARA OUVIR OS SAMBAS CONCORRENTES DA PORTELA PARA O CARNAVAL 2018



Fonte: www.radioarquibancada.com.br

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Circuito Detetives do Prédio Azul Bangu Shopping

Oi pessoal! Em agosto, é a vez do circuito Detetives do Prédio Azul no Bangu Shopping! A atração é sucesso entre as crianças de todo o Brasil! Não perca!

Os famosos mistérios e as divertidas investigações do circuito “Detetives do Prédio Azul”, do Canal Gloob, prometem divertir a garotada que passar pelo Bangu Shopping.


O espaço, de 71 m², conta com cinco áreas. A missão começa na portaria do Prédio Azul, onde os pequenos detetives precisam encontrar a chave da porta que dá acesso ao prédio.
Já no pátio do Prédio Azul, a garotada se depara com o jogo Encestando o Lixo, tarefa que consiste em recolher todo o “lixo” encontrado no chão. Divididas em equipes, as crianças têm que encestar as bolinhas de borracha nas cores correspondentes aos materiais recicláveis. No clubinho secreto, a criançada se transforma em verdadeiros detetives, com direito a lanterna, lupa, binóculo e capa.
Na casa da Dona Leocádia, os aventureiros precisam encarar um jogo de pistas e charadas. Vencido mais esse desafio, eles chegam à despensa da bruxa, mas terão de correr para sair de lá antes que ela volte.
Além do circuito, os pequenos poderão passar pelas estações de fotos, se vestir com as capas dos detetives e aproveitar a TV de fotos para registrar o momento ao lado de vários personagens do canal.
Os pequeninos, de até 4 anos, também podem se divertir na área Pequenos Detetives e se transformar nos Detetives do Prédio Azul, espaço desenvolvido especialmente para eles. Neste espaço não é necessária a retirada de senha para participar.

Mais informações:

De 4 a 20 de agosto
Horário: Segunda a domingo, das 14h às 19h30*
*Entrada da última turma
Idade:
Circuito D.P.A.: de 4 a 10 anos.
Área Pequenos Detetives: até 4 anos.
Duração do circuito: 30 minutos (8 crianças por turma a cada 10 minutos).
Tempo de permanência na área dos Pequenos Detetives: Aproximadamente 15 minutos.

Fonte: www.riocomcriancas.com.br 

domingo, 30 de julho de 2017

Apresentação de Sambas concorrentes carnaval 2018

É hoje!!! Quem vai ficar fora dessa?
Grande escolha de samba para o carnaval de 2018 da Escola de Samba Mirim Infantes do Lins - A Princesinha do Lins.
O Evento será na quadra da Escola que fica na Rua Lins de Vasconcelos, 623 - Lins - RJ no dia 30 de Julho a partir das 18 horas. Serão apresentados 4 sambas concorrentes e contaremos com a participação de todos os seguimentos da Escola. Informação: Jorge Torresmo

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Um Griot em verde e rosa conta a sua história: João Banana


Um Griot em verde e rosa conta a sua história: João BananaInfantes do Lins - 2018

Introdução

 A tradição africana diz que as palavras não somente dizem, mas realizam coisas. São agentes ativos da magia. São as palavras que dão sentido ao que fomos, somos e seremos. A cadência de cada palavra encadeia um ciclo de ações e reações que fazem o mundo acontecer. São agentes de memória e tradição. Os mais velhos são detentores do saber ancestral. São testemunhas do passado, autores do presente e mensageiros do futuro. São responsáveis pela guarda e preservação dos valores fundamentais da nossa memória. Pense só: o que seria de nós se não fossem os mais velhos? E é justamente por isso que estamos aqui. Homenagearemos nossa própria raiz, numa história que remonta as histórias do nosso bairro, com um personagem de tamanha importância para nós, que transborda a fala. Queremos que o mundo todo veja e conheça o nosso João Banana. Então a palavra é sua, mestre! *** Vou contar para vocês a história do João, o menino que não tinha nada de banana... Dizem que lá na África para se contar uma história é preciso estar debaixo de uma árvore chamada Baobá. Não é à toa. A árvore finca suas raízes no seu lugar e, elevando seus troncos ao céu, conecta-se com o divino. Nossa história, como estamos no Rio de Janeiro, será contada debaixo de uma palmeira. Daqui a pouco você vai entender. *** Você deve estar se perguntando: o que tem a ver a África com o que vamos contar? Nossa história se passa na Serra dos Pretos Forros, região ocupada por negros escravizados que conseguiam a alforria e que depois foi ocupada também por outras famílias. Uma delas foi a de João, descendente de outros pretos forros. *** Canela preta, esporão de galo! E lá vai o moleque correndo, dando mais trabalho para dona Lídia. João era do tipo incansável. Percorria o Morro da Cachoeira atrás de novas brincadeiras na Pedra do Xangô e para caçar pitu que ficava no lago da cachoeira. Naquela época, vejam só, as pessoas ainda podiam tomar banho de cachoeira e muita gente de fora pegava bonde 75, que fazia a linha Lins x Praça XV, para se refrescar e ainda comer frutas tiradas do pé, ali mesmo. Até pintores apareciam para registrar a paisagem todos os domingos. Como não conseguia parar quieto, ia para as aulas no Colégio Isabel Mendes e ajudava seu Raimundo, seu pai, na Padaria Aliança. E quando dava, ainda pegava umas sessões de matinê no Cine Real. Era apenas uma criança sendo criança. João tinha um problema, se é que poderíamos chamar de problema: não gostava de brigar. E estava certo. Viver em paz é a melhor coisa. Mesmo que aprontasse como qualquer garoto, prezava a liberdade de poder andar por onde quisesse. Mas daí que veio o apelido: deixa ele, não passa de um banana! Como vocês verão no que contaremos a seguir, de banana o João não tinha nada! *** As grandes paixões das nossas vidas surgem num primeiro olhar, aquele brilho que acende nosso espírito, aquela emoção que nos faz transbordar. Essa alegria que nos acomete em qualquer idade ou circunstância. Essas paixões têm nome: samba e o time do Botafogo. O samba, você vai entender em seguida. O Botafogo é uma paixão inexplicável. De verdade. Numa dessas aventuras procurando com o que se divertir, João acaba parando na casa do seu Antero. Não que já não gostasse de música, de alegria, da farra, como costumamos dizer. Mas parece que foi atraído. Ali o pequeno se encontrou. E sabe a paixão que falamos agorinha? Ela se chamava Filhos do Deserto. - João, você ainda vai fazer 10 anos. Não pode desfilar. Por mais que frequentasse os ensaios da Escola de Samba, realmente não poderia participar. Você acha que o moleque se satisfez? Claro que não. Mas uma coisa ele tinha que fazer: esperar. E ele esperou. Três anos mais tarde, logo arrumou uma função: - Já sei, serei carregador de gambiarra. Quem está acostumado com o carnaval de hoje em dia não consegue fazer ideia do que seja isso. Antigamente as escolas desfilavam cercadas por uma corda e nas pontas, algumas pessoas seguravam copos com velas acesas, as gambiarras, que iluminavam o percurso do desfile, já que a iluminação pública era mais precária. E foi exatamente assim que João teve a sua primeira conquista no mundo das Escolas de Samba. Mas ele queria mais, queria ser compositor. - João, você é muito novo. Na Filhos do Deserto não podemos ter alguém da sua idade. E você acha que o moleque se satisfez? Claro que não. Na primeira oportunidade, foi para a Escola Vizinha, a Flor do Lins. E lá conseguiu realizar o que tanto queria: quatro anos mais tarde teve o primeiro samba de quadra cantado na escola, “Os tambores”, quando não tinha sequer completado 17 anos.

***

O tempo passou e João já não era mais um menino. Aquela paixão de criança criou raiz e se tornou uma árvore frondosa, uma palmeira imperial. João não era somente de um lugar, mas do samba.

Lembra que falamos sobre contar a história debaixo de uma palmeira? Vamos chegar nela. Superando o preconceito que sofria por ser sambista, suas conquistas foram tomando corpo e cada vez mais importância. O famoso Lamartine Babo rendeu-se ao seu talento e escolheu seu samba numa premiação, uma espécie da Estandarte de Ouro, como o melhor do carnaval de 1961 com o enredo “Santos Dumont – Dos Céus nos destes uma Glória” na Filhos do Deserto. Foi resultado de muito trabalho e dedicação. Coisa de quem não desiste, não descansa. E por falar em descanso, era a última coisa que João fazia. Não somente pela arte que fazia, João lutava pelo futuro da sua agremiação. Chegou uma época que estava insustentável duas escolas tão próximas, a Filhos do Deserto e a Flor do Lins estarem competindo separadas. - Já que separadas não conquistamos nenhum título, o melhor é juntar a força das duas. E foi por isso que batalhou. Como toda mudança, algumas pessoas aceitaram, outras nem tanto e tantas outras discordaram. Mas João sabia que era o melhor destino a cumprir. E assim foi feito. Estava sentado na companhia de Tinoco, quando o amigo profetizou: - vamos fundar uma escola do Lins que será tão majestosa quanto a Palmeira Imperial que está no topo do morro. Nesse meio tempo, outra paixão surgiu num primeiro olhar, aquele brilho acendeu o espírito e aquela emoção que o fez transbordar. E dessa vez estamos falando de uma pessoa: Regina Celia.

***

 E você acha que o jovem se satisfez? Claro que não. O João compositor da Flor do Lins e da Filhos do deserto agora era o compositor da Lins Imperial, escola que deu a ele tantas alegrias.

***

O tempo passou e ao longo da sua trajetória, viu a escola que ajudou a fundar ser campeã quatro vezes e sentiu o imenso prazer de ouvir o seu samba ecoar pelo sambódromo em uma bela e especial homenagem a Chico Mendes, o Arauto da Natureza. Compôs outras belas obras para falar sobre a Imperatriz das Rosas, a guerra do Reino do Divino, um lugar chamado Favela, sobre a Fé, entre tantos outros. E ainda conquistou o prêmio de melhor samba de quadra promovido pela extinta Associação das Escolas de Samba do Rio de Janeiro com a canção “O morro está chorando”. E você acha que o coroa se satisfez? Claro que não. Até presidente da Lins Imperial ele foi.

***

Contamos uma história de amor, luta e persistência. A história do botafoguense João Oliveira da Silva, que de banana não tinha era nada. Informações complementares: - João Banana nasceu no engenho da Rainha em 19/06/1936; - Seu pai, Raimundo, trabalhava na Padaria Aliança, no Lins, e por conta disso mudou-se para o Morro da Cachoeira quando tinha 3 anos; - João Banana foi casado com Regina Celia por 54 anos; - João Banana teve seu samba cantado pela Lins Imperial em 14 carnavais; - Chico Mendes, o Arauto da Natureza é reconhecido como o melhor carnaval da Lins Imperial, mesmo tendo sido rebaixada. Justamente por isso, esse samba foi escolhido para representar todas as demais composições; - João Banana foi amigo e teve seu talento reconhecido por Silas de Oliveira, um dos melhores compositores de todos os tempos.

Pesquisa e Texto histórico : Rafael Homem

Segundo tradições Africanas
Um velho mestre vamos exaltar
Personagem fascinante
Poeta da cultura popular 
Abre a roda meninada
Que a história vai começar
Vamos juntos nesse sonho
Ouvir, sorri cantar
Vem da  serra dos pretos forros  
a saga de um menino que nasceu para brilhar
um moleque impaciente que corre  prá lá e pra cá
Toma banho na cachoeira, caça pitu, só quer brincar
Era muito levado, mas não gostava de brigar
E Assim ficou conhecido como “João Banana “
Pelos moradores do lugar. 
Mas depois da brincadeira
Ele ia trabalhar
E na padaria Aliança o seu pai ia ajudar 
A noite, a diversão era sambar
Mas João era menor e não podia participar
foi  na filhos do deserto que uma chance apareceu
carregando a gambiarra ele já podia desfilar 
Alguns anos mais tarde
Na  Flor do  Lins ele ingressou
E  o menino sonhador,  virou compositor 
Um dia, porém,  no alto do morro Uma decisão balançou seu coração
Nasceu a Lins Imperial, a sua maior paixão
E lá, por muitos anos ele bailou
Contando  em versos, tão marcantes     
Mil historias fascinantes ,
De uma beleza  sem par  
E hoje testemunho do passado
autor do presente , mensageiro do futuro
rega com  tempero de raiz;
todas as crianças da nossa querida infantes do Lins.
O Grupo Portelamor agradece ao Sr. Ronaldo  Abraão e ao Sr. Jorge Torresmo da diretoria da Infantes do Lins.